Identidade em forma de vestir.
A Quetz nasceu em 2020, em plena pandemia, com miçangas, búzios e muita vontade de criar. Era pequeno, era simples, era feito à mão. E foi daí que a gente começou a entender que aquilo era mais do que um hobby: era uma forma de dizer quem a gente é.
O nome
Quetzal é uma ave rara, de uma beleza que não se confunde com nenhuma outra. Escolhemos esse nome porque é isso que a gente busca em cada peça: ser distinto, ser inteiro, ser nosso.
O caminho
Em 2023, veio a primeira bolsa de miçanga e o macramê, que virou uma das nossas assinaturas. No começo de 2024, lançamos nossa primeira coleção de bolsas, de macramê e de miçanga. No fim do mesmo ano, levamos a Quetz pro ExpoFavela Paraíba e vencemos. Em 2025, recebemos o aporte, reestruturamos a marca e investimos na nossa confecção própria. Foi ali que a Quetz se tornou, de verdade, uma marca de moda, com vestuário. E daí pra frente, foi tudo pra cima.
O que a gente faz
Roupas pensadas do desenho à costura, produzidas na nossa confecção. Cada coleção nasce de um processo criativo em que a gente escolhe a autoria em vez da tendência (e, olha, funciona melhor).
As estampas são desenvolvidas em parceria com artistas e designers paraibanos. Arte local que sai do papel e vai pro corpo. Foi assim com Savage e com Traços, nossas duas coleções.
E tem as bolsas: macramê, miçanga e bag charms, feitas à mão, uma a uma.
No que a gente acredita
Autoria. Tudo o que a gente faz tem assinatura.
Identidade. Roupa é jeito de se mostrar pro mundo.
Origem. Somos da Paraíba, e isso aparece em cada detalhe.
Se você chegou até aqui, já faz parte da história. #UseQuetz